Oficinas e vivências
Processos de arte-educação construídos a partir do território, da memória e do corpo. Cada oficina pode ser adaptada para escolas, comunidades, festivais e instituições.
Teatro do Oprimido: jogos e Teatro Imagem
Público: Estudantes, educadores, coletivos e comunidades · Formato adaptável
Jogos de percepção corporal, Teatro Imagem e criação coletiva para refletir sobre poder, opressão e transformação social.
A partir das ferramentas de Augusto Boal, a oficina propõe jogos de percepção corporal, Teatro Imagem e improvisações que partem das experiências do próprio grupo.
O corpo se torna caminho para reconhecer e elaborar situações de opressão, e a cena, um espaço de ensaio para outras possibilidades.
Vivência lúdico-teatral de plantio
Público: Crianças, famílias, escolas e espaços de agroecologia · Formato adaptável
Nascida do Jagy Nak: teatro, contação de histórias e experiência sensorial com solo, sementes, água, sol e tempo.
Uma vivência construída a partir da oralidade e da contação de histórias, que relaciona teatro, experiência sensorial e cultivo da terra.
Os participantes se aproximam de elementos como solo, sementes, água, sol, tempo, germinação e cuidado, em diálogo com os saberes ancestrais sobre a terra.
Teatro, memória e território
Público: Escolas e comunidades · Processo de criação em módulos
Processo de criação teatral a partir das histórias, festas, resistências e transformações vividas pela comunidade.
Um processo em módulos (interpretação, dramaturgia e montagem) no qual os participantes criam uma cena ou espetáculo a partir de suas próprias histórias.
As funções do fazer teatral são distribuídas entre o grupo: atuação, dramaturgia, assistência de direção, figurino e cenografia.
Brincadeiras tradicionais
Público: Crianças e famílias · Formato adaptável
Brincar como forma de memória, convivência e transmissão de saberes.
Oficina de brincadeiras tradicionais para feiras, festivais, escolas e espaços comunitários.